sábado, 10 de outubro de 2009

CRIANÇA NÃO TRABALHA CRIANÇA DÁ TRABALHO





Município: Brejões –Bahia

Local do encontro: Colégio Góes Calmon

Professora Formadora: Helenita Oliveira Ribeiro da Silva

Cursistas: Joelma Santos Rossi, Luana Batista de Almeida, Maria Luiza Oliveira Galvão e Zorileide Monteiro dos Santos

1- Título:

Criança não trabalha criança dá trabalho.

2- Tema:

Trabalho Infantil

3- Público Alvo:

Estudantes da 6ª série A, B, D e E do Colégio Góes Calmon

4- Justificativa:

Partindo do pressuposto de que “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.” (artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA,) e considerando a existência de crianças que trabalham no nosso município fez-se necessário a elaboração de um projeto que abordasse esta temática.

5- Objetivo geral: Este projeto pretende incentivar o aluno a estudar o tema pesquisado, refletindo e discutindo com colegas, formando novos conceitos, posturas e atitudes frente ao trabalho infantil.

6- Objetivos específicos:

· Refletir sobre a relevância do brincar na infância compreendendo que a criança que trabalha é impedida de ter esse direito;

· Mostrar aos alunos a existência das leis que dispõem sobre a proteção integral das crianças e adolescente brasileiros, como a Constituição Federal e o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente;

· Refletir sobre o que está disposto nas leis e a realidade de muitas crianças e jovens no Brasil e no nosso município;

· Fomentar discussões e atividades lúdicas reforçando a importância da educação e do brincar contrapondo-se ao trabalho infantil;

· Estimular os estudantes, valorizando sua participação no projeto criança não trabalha criança dá trabalho;

7- Metodologias:

· Exploração do significado do nome criança;

· Exibição de imagens de crianças em situações diversas (brincando, estudando, trabalhando, etc.)

· Slide: Saiba tudo sobre o trabalho infantil e viva o trabalho infantil

· Poemas: Meninos Carvoeiros (jogral) e Trabalho infantil é...

· Filmes: Lisa e Jonas e overdose

· Jogo da memória (direitos da criança e do adolescente)

· Músicas: Criança não trabalha (Arnaldo Antunes e Paulo Tatit), Pivete (Chico Buarque e Francis Hime), o meu guri (Chico Buarque)

· Documentário: Crianças invisíveis

· Concurso de soletração

· Trilha

· Slide: Turma da Mônica em: Toda criança tem direito de brincar

8- Tempo da atividade: Unidades 3 e 4

9- Recursos:

· Jogo da memória

· CD

· DVD

· Projetor de multimídia

· TV

· ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente

· Constituição Federal

10- Avaliação:

· Participação

· Produção textual e oral

· Pesquisa

· Apresentação dos trabalhos

· Avaliação escrita

11- Referências:

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L8069.htm

CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

CRIANÇA NÃO TRABALHA. letras.terra.com.br/arnaldo-antunes/91457/>.

O MEU GURI. letras.terra.com.br/chico-buarque/66513/>.

PIVETE. letras.terra.com.br/chico-buarque/45163/>

MENINOS CARVOEIROS. www.luso-poemas.net/modules/.../article.php?...712>

OVERDOSE: DIREITOS DO CORAÇÃO Pierre M. Trudeau & Michele Pauze & Martine Chartrand. 2006. 1 DVD (86 min).

LISA E JONAS: DIREITOS DO CORAÇÃO. Pierre M. Trudeau & Michele Pauze & Martine Chartrand. 2006. 1 DVD (86 min).

CRIANÇAS INVISÍVEIS. Direção: Mehdi Charef , Kátia Lund , John Woo. Intérpretes: Francisco Anawake , Maria Grazia Cucinotta , Damaris Edwards , Vera Fernandez , Hazelle Goodman. 2005. 1 DVD (116 min).

VIVA O TRABALHO INFANTIL. Disponível em:

SAIBA TUDO SOBRE O TRABALHO INFANTIL.

TURMA DA MÔNICA: Toda criança tem direito de brincar. Dispoível em:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Avaliação da Oficina TP 1 - Professor Antônio


A oficina de número 11, em que tratavamos o tema de variantes linguísticas, foi um extase só. Tivemos uma explanação maravilhosa por parte do prof. Carlos que abordou a unidade 1 da secão 4, uma verdadeira aula sobre língua e linguagem. Como sempre as provocações a cerca dos temas gerou uma calorosa discusão que nos envolveu do início ao fim do tema.

A felicidade nas colocações de Rogiel nos fez resagatar idéias até antes pensadas,no entanto não executadas. A Pró Jú, nos animou com as amostras de atividades feitas em sala de aula com uma de suas turmas. O nosso pedagogo Edson nos contagiava com suas teórias a cerca da educação Que poço de encantamento e magia, tudo isso embasado nos referenciais de seu curso.

Sandrinha, uma apaixonada pela disciplina como sempre contribuindo com seus anos de caminhada na educação, enquanto João, novo neste ramo não deixava a peteca cair, é claro.


Somos felizardos por contar com uma pessoa que nos presta auxílio e acompanhamento de forma brilhante, a quem muito tenho desde já a agradecer pelo carinho e companheirismo... Um abraço a amiga e formadora Helenita.


Antonio Filho

RELATÓRIO DA OFICINA TP 1 - UNIDADES 1 E 2







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Gestar II
Município: Brejões
Professora Formadora: Helenita Oliveira Ribeiro da Silva
TP 1: Unidades 1 e 2

Relatório

No dia 21 de setembro ocorreu no Colégio Municipal Eraldo Tinoco a 10ª oficina e dia 22 no Colégio Góes Calmon, ambas com o mesmo tema “Variantes linguísticas: dialetos e registros / variantes linguísticas: desfazendo equívocos”com carga horária de 8 horas cada uma.

Iniciou-se com uma conversa sobre as atividades desenvolvidas em sala de aula, usando o TP6 e o AAA6, os professores exploram as dificuldades que tiveram com alguns alunos para fazer o Avançando na Prática, porém muitos gostaram e o resultado positivo.

Fez-se a apresentação do tema com o filme “Chico Bento no shopping e a dramatização de personagens de cada um (jogador de futebol, criança, adolescente, trabalhador rural, médico) percebendo a riqueza que há na fala do povo brasileiro, em seguida o texto “Retrato de Velho”, de Carlos Drummond de Andrade foi lido, observando língua e cultura, no TP1, páginas 14 e 15.

Entreguei aos professores o texto “Antigamente”, de Carlos Drummond de Andrade, comparo-o com o visto anteriormente do mesmo constatou-se novamente que a língua sofre modificações com o tempo.

Para melhor compreensão do tema mostrou-se um slides “Variação lingüística”, observou-se os dialetos existentes (etário, geográfico ou regional, gênero, social e profissional), vendo que conforme os grupos que a usem a língua apresenta variações, complementando o estudo uma reportagem do jornal Bom Dia Brasil foi assistida “O jeito maneirinho de falar” Após os professores fizeram um trabalho em grupo, cada um ficou com uma seção do TP1, unidades 1 e 2 para ler e confeccionar um painel, logo houve a apresentação.

Um texto reflexivo foi apreciado “A lista”, de Osvaldo Montenegro” trazido pelo professor Rogiel Cerqueira; um momento de recordação pois essa fala “faça uma lista de grandes amigos, quem você mais via há dez anos atrás, quantos você ainda vê todo dia, quantos você já não encontra mais…
Uma atividade que todos acharam produtiva foi a análise de músicas com dialetos variados: — Semba (Zeca Baleiro), Samba do Approach (Zeca Baleiro), A gíria é a cultura do povo (Bezerra da Silva), Língua (Caetano Veloso), Leva eu sodade (Zé Ramalho). Complementando nos degustamos com os poemas “O Poeta da Roça”, de Patativa de Assaré e “Vicio na fala”, de Oswaldo de Andrade.

Os cursistas observaram umas imagens (jogador de futebol, adolescente, trabalhador rural, gaucho e executivo, em dupla elaboraram uma atividade de variação lingüística, referente a turma que ensina. Seguindo discutir-se a apostila “O modo de falar do brasileiro”, essa foi distribuída com antecedência e assim comentários riquíssimos surgiram.

Para finalizar o professor Edson Melo leu o texto “Colcha de Retalho,” com uma linda dinâmica.

E assim o objetivo proposto da oficina foi alcançado:

· relacionar língua e cultura;
· identificar os principais dialetos do português;
· identificar os principais registros do português;
· caracterizar a norma culta;
· caracterizar a linguagem literária;
· caracterizar a língua oral e a língua escrita.

PROJETO: O Poder da Leitura na Construção do Saber


COLÉGIO GÓES CALMON
GESTAR II – GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR II

PROJETO DE INTERVENÇÃO ESCOLAR

Ana Claudia Alves
Deise dos Santos Rabelo
Diana Moreira dos Santos
Maíra Pereira da Silva
Maria das Graças Anselmo



Brejões - 2009


1. Tema: O Poder da Leitura na Construção do Saber

2. Problema:

Através da pesquisa realizada com discentes das 6ª e 7ª séries do Ensino Fundamental II, do turno diurno, do Colégio Góes Calmon, da rede municipal de educação, da cidade de Brejões – Bahia, observou-se que existem entraves relacionados à leitura, o que evidentemente traz prejuízos na construção social do indivíduo.


3. Público-Alvo:

Alunos da 6ª e 7ª séries do Ensino Fundamental II


4. Justificativa:

O projeto nasceu a partir da necessidade de desenvolver e incentivar nos alunos uma leitura prazerosa, mostrando a importância do ato de ler como ferramenta no uso da linguagem oral e escrita.
A leitura é crucial na vida de qualquer ser humano, por ter a função social de propiciar ao indivíduo condições favoráveis de vida, promovendo a interação com maior segurança e autonomia no mundo em que vive.
Diante dos fatos apresentados, almeja-se que o projeto de leitura “O Poder da Leitura na Construção do Saber” viabilize com eficácia a competência voltada a boa formação da lecto-escrita, gerando oportunidades para que os estudantes possam praticar permanentemente no mundo letrado.

5. Objetivo Geral:

Compreender o valor da leitura como instrumento indispensável para que possam desenvolver plenamente suas capacidades humanas, exercer seus direitos, participar da sociedade e melhorar seus conhecimentos educativos.

6. Objetivos Específicos:

Aguçar o prazer, o desejo e o interesse pela leitura através dos diferentes gêneros textuais;
Provocar a reflexão dos alunos, a capacidade de observação e estimulá-los a trabalhar hipóteses;
Melhorar o repertório lingüístico, atentando para a leitura e escrita das palavras;
Interpretar os textos lidos, estabelecendo discussões e incitar a troca de experiências;

7. Revisão Literária

A escola tem por responsabilidade propor o desenvolvimento de uma pedagogia participativa voltada para a formação do indivíduo crítico, reflexivo e autônomo.
Para a escola ter o desenvolvimento desejado, é necessário a utilização de recursos que facilitem a integração e dinamização do ensino-aprendizagem.
A idéia do projeto é conscientizar o jovem a ler nos diversos ambientes para que depois possam argumentar e debater sobre os textos com outras pessoas e troquem conhecimento, convivendo com o mundo a leitura.
Os dados colhidos na aplicação deste projeto de leitura devem viabilizar várias possibilidades de trabalho e devem se espelhar nos conhecimentos e na observação feita pelos aplicadores do projeto no cotidiano dos alunos da 6ª e 7ª séries, nas expectativas observadas sobre a prática pedagógica em sala de aula.
Freire relata (1996, p.52):
“Quando entro em sala de aula devo estar sendo um ser aberto à indagações, a curiosidade, as perguntas dos alunos, as suas inibições, um ser crítico e inquiridor, inquieto, em face da tarefa que tenho de ensinar e não de transmitir conhecimento.”
Um leitor competente pode constituir-se mediante uma prática constante de literatura de textos de fato, a partir de um trabalho socializado. Esse trabalho deve envolver todos os alunos inclusive aqueles que não lêem convencionalmente. “Então o objetivo é formar cidadãos capazes de compreender os diferentes textos com os quais se defrontam”, é preciso organizar um trabalho educativo para que experimentem aprender isso na escola. (PCN 54 – 55).

8. Metodologia:

Promover leituras diárias de diferentes textos desenvolvendo a oralidade;
Propor atividades que viabilizem o estado e a sistematização;
Criar condições para o uso eficaz da leitura oral e escrita;
Estimular a criação de textos tendo sempre em vista a condição de refazê-los, percebendo que podem de fato melhorar sua produção escrita;
Criar meios favoráveis para o que o aluno possa confrontar a linguagem poética e jornalística, e posteriormente ampliá-lo no seu cotidiano.


9. Recursos humanos e materiais

Livros de textos diversificados
Revistas
Quadro branco
Aparelho de som, DVD
CD
TV
Alunos
Professores
Slides

10. Cronograma:

Mês: setembro e outubro

22/09 – Mobilizar os professores de Língua Portuguesa das 6ª e 7ª série
28/09 – Abertura do Projeto
05/10 – Atividades de textos literários
09/10 – Momento de leitura e reflexão
14/10 – Oficinas (produção, debate de textos)
19/10 – Culminância do Projeto

11. Resultados esperados:

Formar alunos leitores-escritores e multiplicadores;
Promover a integração entre aluno x aluno x professor;
Incentivar o gosto pela lecto-escrita;
Possibilitar a vivência de emoções, fantasias e do imaginário;
Colaborar na formação de cidadãos formadores de opinião;
Ampliar a visão de mundo e inserir no leitor a cultura letrada.

12. Bibliografia:

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 10 ed. São Paulo. Autores Asociados, Cortez, 1985.

PCN, Parâmetros Curriculares Nacionais Língua Portuguesa – 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Brasília MEC / SEF, 1998.

PROJETO DE LEITURA:O Pequeno Príncipe


Programa Gestão Aprendizagem Escolar – Gestar II
Língua Portuguesa Curso de Formação de Professores
Colégio Góes Calmon. Município/Estado: Brejões – Bahia
Professoras: Paula Alexandra Cunha e Elaine Santos Sales

PROJETO:O Pequeno Príncipe

GESTAR II - 2009

PROJETO DE LEITURA

1. Tema: O Pequeno Príncipe

2. Problema:

Nota-se que a falta de trabalho específico e motivamente com leitura traz como conseqüência problemas agravantes em sala de aula como: desinteresse e descaso, falta de cooperação entre os alunos em trabalho em grupo, etc.
O que é proposto pelos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), é que se trabalhe com a diversidade textual a fim de tornar o aluno um leitor competente, capaz de saber realizar uma leitura crítica das diferentes linguagens.

3 - Público-Alvo:

Alunos da 8ª série (9º ano) do Ensino Fundamental II.


4 - Justificativa:

O projeto surgiu com a intenção de contribuir na melhora da deficiência de leitura e escrita, utilizando o livro de literatura “O Pequeno Príncipe”, por ser um tipo de texto de leitura rápida e intrigante. Um requisito do material quando bem trabalhado, propõem aos alunos um bom debate e um maior aprofundamento do que seja o uso da Língua Portuguesa, além de incentivar o hábito da leitura prazerosa e de fácil entendimento.
Ressalvando que a realidade da escola é de alunos desinteressados pelo processo de leitura e escrita, retratando o Brasil como um dos países em que o processo de educação não acontece de forma eficaz e significativa, mantendo-o, dessa forma, como o líder da pior distribuição de renda do mundo, refletindo assim estes resultados em sala de aula, onde é cada vez crescente o desrespeito ao professor, a desarmonia entre alunos e a grande dificuldade de manifestarem suas opiniões sobre determinado assunto, além de não entenderem o que foi lido.
Com base na diferença de classes sociais, pode-se compreender as dificuldades que se apresentam no universo de leitura do aluno, por isso, se faz necessário que o professor trace novas estratégias de ensino, fuja do tradicionalismo que é autoritário e intolerante.


5. Objetivo Geral:

Promover a leitura de textos literários na escola, criando situações que as crianças observem algumas características deste gênero textual, favorecendo e desenvolvendo o gosto pela leitura, por meio de atividades diversificadas.


6. Objetivos Específicos:

Ler por prazer;
Apreciar texto Literário;
Participar das atividades propostas relacionadas á leitura do texto;
Desenvolver o hábito de leitura, ampliando o repertório leitor do aluno;
Propiciar condições de interação com grupo;
Desenvolver a expressão oral dentro e fora da sala de aula;
Analisar os diferentes gêneros atentando para as diferenças inerentes as suas estruturas;
Fomentar a discussão de valores e comportamento na sociedade contemporânea;

7. Revisão Literária

A importância e a necessidade do ato de ler para o aluno são indispensáveis nos dias de hoje, onde é papel da escola incentivar a leitura de variados tipos de textos proporcionando aos seus alunos condições para que se tornem leitores competentes.
É mister frisar que a leitura é muitíssimo importante, pois “[...] amplia e integra conhecimentos [...], abrindo cada vez mais os horizontes do saber, enriquecendo o vocabulário e a facilidade de comunicação, disciplinando a mente e alargando a consciência (...)" (RUIZ, 2002, p. 35).
Ler, todo mundo sabe, está longe de ser uma tarefa fácil. Dá muito mais trabalho do que ver televisão, ouvir música ou pensar na vida. Qualquer leitura exige o domínio da língua e suas nuances, além de tempo e concentração, determinação e conhecimento sobre o tema (ou vontade para aprender e descobrir). Mas, ler é o único jeito de se comunicar de igual para igual com o restante da humanidade, seja no tempo - por meio de textos escritos por gente que já morreu como Monteiro Lobato ou William Shakespeare -, seja no espaço - ao ver, em jornais, livros e revistas, o que japoneses ou alemães acham de eventos que estão ocorrendo neste exato momento. É nos escritos que desvendamos outras culturas, que hábitos e histórias diferentes se revelam para nós, compreendemos, de fato, o sentido da expressão diversidade (de idéias, vivencias, sonhos, experiências).
É por isso que ler é, talvez, a coisa mais importante que a escola tem a ensinar - e não só aos alunos. Infelizmente, porém, muitos professores brasileiros não sabem como trabalhar a leitura em sala de aula: “A maior parte das escolas só trabalha com textos didáticos e literários e, muitas vezes, de maneira burocrática, sem sentido para os alunos" (Delia Lerner).
Contudo, é necessário que os professores desenvolvam estratégias e procedimentos de leitura eficientes para ensinar a seus alunos três comportamentos distintos: ler por prazer, para estudar e para se informar, atribuindo, dessa forma, significado ao que ler, entendendo como Luckesi (2003, p. 119) que “[...] a leitura, para atender o seu pleno sentido e significado, deve, intencionalmente, referir-se à realidade. Caso contrário, ela será um processo mecânico de decodificação e símbolos".

Acreditando na importância da leitura, o estímulo da concretização do hábito de leitura, espera-se formar cidadãos capazes de compreender o mundo.


8. Conteúdo Programático

Tipologias textuais: narrativa literária e poesia;
Gêneros textuais: música, fábula.

9 - Metodologia:

Propor aos alunos a leitura do livro “O Pequeno Príncipe”, onde serão desenvolvidas atividades específicas que despertem o interesse pela leitura e reprodução oral;
Formar grupos para o desenvolvimento da Gincana de Leitura;
Levantar questionamentos sobre os valores presentes no texto;
Quebra-cabeça;
Dramatização;
Exibição de filme;
Roda de leitura.

10 - Recursos humanos e materiais

Alunos da 8ª série;
Professores de Língua Portuguesa;
Livro Literário;
Atividades xerografadas;
DVD;

Lousa e piloto.

11 - Cronograma:

Cronograma
DATA
HORÁRIO
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
26/10/09
13:20 as 15:00
Roda de Leitura: O Pequeno Príncipe.
28/10/09
16:00 as 16:50
Roda de Leitura: O Pequeno Príncipe.
29/10/09
13:20 as 15:00
Roda de Leitura: O Pequeno Príncipe.
02/11/09
13:20 as 15:00
Exibição do Filme: O Pequeno Príncipe.
04/11/09
05/11/09

16:00 as16:50
13:20 as 15:00
Atividades envolvendo textos relacionados ao livro enfocando alguns conteúdos estudados em Língua Portuguesa.
09/11/09
13:20 as 15:00
Show do milhão: perguntas sobre o livro.
11/11/09
16:00 as 16:50
Quebra – cabeça: montagem
12/11/09
13:20 as 15:00
Dramatização


12 - Resultados esperados:


Formar leitores competentes;
Aprimorar o desempenho do aluno em sala de aula;
Melhorar a convivência dos alunos entre si;
Aprender a trabalhar em grupo;
Que os objetivos sejam alcançados;
Espera-se que ao final deste projeto diminua o desinteresse e o descaso dos alunos durante as aulas, que gostem de ler e apliquem os conhecimentos adquiridos no cotidiano.

Referências:

http://www.idbrasil.org.br/d rupal/?q=node/16065

http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=432

LERNER, Delia. Todas as leituras. Nova Escola, São Paulo, XXI, nº 194, p. 31, agosto/2006.

Sugestões de Atividades


Os alunos escolherão um trecho do livro para a dramatização.

1ª Equipe:

2ª Equipe:



1. Qual o gênero do livro?
a) ( ) conto
b) ( X ) fábula
c) ( ) musica
d) ( ) novela

2. Quem é o autor do livro?
a) ( ) Joann Sfar
b) ( ) Antoine de Saint-Exenple
c) ( ) Joann de la Patrice
d) ( X ) Antoine de Saint-Exupéry

3. Qual foi o primeiro desenho do piloto quando criança?
a) ( ) um chapéu
b) ( ) uma rosa
c) ( ) um carneiro
d) ( X ) uma jibóia

4. O que o personagem fazia para testar a inteligência dos adultos?
a) ( ) fazia várias perguntas
b) ( X ) mostrava o seu primeiro desenho
c) ( ) perguntava sobre um determinado assunto
d) ( ) pedia para fazer um carneiro

5. O narrador personagem era aviador. Caiu no deserto do Saara por causa de uma pane no motor. O que ele encontrou no dia seguinte?
a) ( ) um camelo
b) ( X ) um homenzinho
c) ( ) um pintor
d) ( ) uma serpente

6. De onde era o principezinho?
a) ( ) do asteróide 325
b) ( ) um planeta
c) ( X ) do asteróide B 612
d) ( ) do asteróide 613

7. O principezinho se preocupa em manter seu pequeno planeta livre dos baobás. O que são os baobás?
a) ( X ) árvores
b) ( ) arbustos
c) ( ) flores
d) ( ) ervas

8. O príncipe tinha medo que o carneiro uma planta especial que ele tinha em seu planeta. Qual era?
a) ( ) erva-doce
b) ( ) flores do campo
c) ( ) baobás
d) ( X ) uma rosa

9. O que motivou o principezinho a fugir de seu planeta?
a) ( ) a vontade de conhecer outros planetas.
b) ( ) queria ser príncipe de um planeta maior para ter mais rosas.
c) ( ) desejava encontrar outras espécies de flor e fazer um belo jardim.
d) ( X ) fugir das exigências da rosa e porque ela era muito presunçosa.

10. Ao partir de seu planeta, o príncipe passou primeiro pelo asteróide 325. Este asteróide era habitado por um rei. O que o rei propôs ao principezinho?
a) ( ) que morasse com ele e fosse seu súdito.
b) ( X ) que se tornasse seu ministro da justiça.
c) ( ) que apenas ficasse ali sentado bocejando o quanto quisesse.
d) ( ) que limpasse seu planeta dos ratos.

11. No segundo planeta também havia apenas um habitante. Quem era?
a) ( ) um velho gordo e mentiroso
b) ( ) um cogumelo
c) ( X ) um vaidoso
d) ( ) um embaixador

12. Chegando ao terceiro planeta o principezinho encontrou um homem de negócios. Ele disse ao principezinho que havia sido incomodado três vezes. Quais foram os três incômodos?
a) ( ) um pássaro, um besouro e o príncipe.
b) ( X ) um besouro, o reumatismo e o principezinho.
c) ( ) um besouro, umas moscas e o principezinho.
d) ( ) uma abelha, a máquina calculadora e o príncipe.

13. No quarto planeta, habitava o acendedor de lampiões. Qual era o motivo que o levava a acender e apagar o lampião de minuto a minuto?
Resposta: O planeta era tão pequeno que o dia levava um minuto.
O planeta levava um minuto para completar uma volta.
(PESSOAL)

14. Quem foi o personagem que aconselhou o príncipe a visitar o planeta Terra?
a) ( X ) o geógrafo
b) ( ) o bêbado
c) ( ) o homem de negócios
d) ( ) o rei

15. A Terra não era um planeta qualquer. Lá existiam milhares de geógrafos, negociantes, beberrões, vaidosos e acendedores de lampião. O autor, com relação ao planeta Terra, quis dar idéia de quê?
Resposta: Que o planeta Terra era muito grande e que tinha todo o tipo de pessoas com personalidades diferentes.
(PESSOAL)

16. Em que lugar da Terra o príncipe passou? Qual foi o primeiro ser com quem falou?
a) ( ) Na África, no deserto de Gobi e se comunicou com uma minhoca.
b) ( ) Na América, numa praia e se comunicou com uma flor.
c) ( ) Na América, num deserto e se comunicou com uma serpente.
d) ( X ) Na África, no deserto do Saara e se comunicou com uma serpente.

17. A raposa ensinou ao príncipe o que é ser amigo. O que deve ser feito para se ter um amigo?
a) ( x ) Para se fazer um amigo temos que criar laços, conhecer bem a pessoa que se quer cativar.
b) ( ) Para se ter um amigo temos que desatar laços antigos com outras pessoas.
c) ( ) Devemos conquistar a pessoa com presentes e sempre fazer e dizer o que o outro gosta.
d) ( ) Devemos sempre nos preocupar em não magoar a pessoa esperando sempre que ela nos retribua.

18. Depois do encontro com a raposa, o principezinho encontrou o guarda-chaves que era responsável por dividir e despachar...
a) ( ) pacotes e presentes
b) ( ) crianças e brinquedos
c) ( X ) pessoas em trens
d) ( ) carvão em trens

19. No oitavo dia em que o piloto estava no deserto, o príncipe contou-lhe a história do vendedor. O que esse personagem vendia?
a) ( ) remédios para o reumatismo
b) ( X ) pílulas que aplacavam a sede
c) ( ) xarope para a tosse
d) ( ) comprimidos para a fome

20. Depois de beberem a água do poço, o piloto voltou para o avião a fim de consertá-lo. No dia seguinte retornou e encontrou o principezinho falando com alguém. Quem era?
a) ( X ) uma serpente
b) ( ) a raposa
c) ( ) uma flor do deserto
d) ( ) um camelo

21. Quanto tempo o príncipe ficou na terra?
a) ( ) um dia
b) ( ) um mês
c) ( ) uma semana
d) ( X ) um ano

22. Como termina a história?
Resposta: o príncipe deixa-se picar pela cobra e cai. Morre. Para ele era o único modo de voltar para seu planeta.

23. Quantos anos se passaram até que o aviador contasse esta maravilhosa história?
a) ( ) dois anos
b) ( ) dez anos
c) ( X ) seis anos
d) ( ) quatro anos

PROJETO: O MUNDO FANTÁSTICO DAS FÁBULAS


Programa Gestão Aprendizagem Escolar – Gestar II

Língua Portuguesa Curso de Formação de Professores

Colégio Góes Calmon. Município/Estado: Brejões – Bahia

Professoras: Cleidilane Oliveira Rodrigues
Ilma Vitória Neri de Oliveira Galvão
Jucélia Bispo dos Santos Oliveira
Paula Cunha


PROJETO: O MUNDO FANTÁSTICO DAS FÁBULAS

GESTAR II - 2009


Programa Gestão Aprendizagem Escolar – Gestar II
Língua Portuguesa Curso de Formação de Professores

PROBLEMÁTICA

A desmotivação dos alunos em sala de aula, causada pela falta de interesse e as dificuldades ao interpretarem textos e gêneros diversos, torna a aprendizagem ainda mais difícil. Geralmente a leitura é recebida por eles com antipatia, isso muitos vezes advém do seio familiar que não incentivou a leitura desde cedo.
O projeto não só abre caminhos para os alunos diante das histórias lidas, mas permite explorar a capacidade de interpretar e tornar a leitura prazerosa.

TEMÁTICA

PROJETO: O MUNDO FANTÁSTICO DAS FÁBULAS

PÚBLICO ALVO

Alunos da 5ª série (6º ano) do Ensino Fundamental II

JUSTIFICATIVA

Ao observar que os alunos precisavam de incentivo para a prática da leitura para transformar-se em bons leitores críticos, reflexivos e criativos, surgiu a idéia desse projeto que tem como objetivo incluir no repertório literário, gêneros da literatura infanto-juvenil que sejam atrativos, contendo leituras de fácil entendimento, para despertar nos alunos o interesse pelo ato de ler sem tornar a leitura enfadonha.
O importante é que o material apresentado aos alunos (textos) sejam interessantes e desperte a curiosidade dos jovens leitores.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Muito se tem discutido, pesquisado e escrito sobre a relação entre a leitura, literatura e escola, mas ainda há muitas discussões em torno desses assuntos. Pois sabe-se que é um problema que perpassa gerações, entretanto vale ressaltar os notáveis avanços em prol da educação, porém deve-se refletir sobre as demandas que venha propiciar uma educação de qualidade e acessível à todos. Desenvolver tal processo ao ponto de o individuo - leitor, ao se aproximar de um texto literário ou não, ser capaz de compreendê-lo, menos em sua plenitude que em sua magnitude, é o que considera-se como um dos passos mais avançados no decorrer da formação do leitor.


Por isso, ressalta, com Silva (2005), que :
As relações entre leitura e literatura nem sempre são analisadas, reavaliadas e praticadas como deveriam no contexto escolar. A leitura – Como atividade atrelada à consciência crítica do mundo, do contexto histórico-social em que o aluno está inserido – precisa ser mais praticada em sala de aula. O papel da escola é o de formar leitores críticos e autônomos capazes de desenvolver uma leitura crítica de mundo.Contudo, esta noção parece perder-se diante de outras concepções que ainda orientam as práticas escolares. (SILVA, 2005, P.16).

OBJETIVO GERAL:

Proporcionar aos alunos da 5ª série do Ensino Fundamental II o contato com livros de literatura infanto-juvenil, estimulando a leitura, a fim de introduzi-lo no imaginário questões vivenciadas na vida real representadas nas fábulas, favorecendo o gosto e o hábito pela leitura, e o senso crítico diante da realidade , onde irão refletir sobre os valores éticos para a construção de uma sociedade mais justa de uma forma criativa e prazerosa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Incentivar o hábito de leitura através do contato com livros de histórias;
Tornar a leitura um ato prazeroso;
Contribuir para a melhoria do ensino aprendizagem e para a formação de leitores críticos e criativos;
Desenvolver a capacidade de compreensão e o imaginário do aluno;
Fazer antecipações e inferências em relação ao contexto e a intencionalidade;
Reproduzir o texto oralmente e por escrito mudando a versão da história;
Produzir um novo final ou início à história lida;

Compreender a moral implícita no texto;
Descrever a ambientação e os personagens da fábula;
Dramatizar as histórias lidas;
Reescrever textos, ordenando os fatos da narrativa;
Utilizar o dicionário como fonte de pesquisa das palavras desconhecidas encontradas nas fábulas.


PROCESSO METODOLÓGICO:

Ouvir e ler fábulas e também realizar atividades referente aos textos estudados;
Discussão da história ouvida;
Apresentação de peças teatrais;
Jogo da trilha;
Cruzadinha;

RECURSOS:
Coleção de livros infanto-juvenil;
Data show;
Retroprojetor;
Aparelho de som, DVD e TV;

AVALIAÇÃO:

Será contínua e através de registros do desenvolvimento das habilidades, da participação e do interesse do aluno, durante toda a aplicação dos conteúdos descrito no projeto;
Ampliação do repertório linguístico;
Reconhecimento da tipologia textual;
Desenvoltura corporal e oralidade.

CRONOGRAMA
GESTAR II

MÊS DE OUTUBRO
19/10/09
ABERTURA DO PROJETO

1ª AULA – LEITURA DE FÁBULAS EM GRUPO
2ª AULA – COMENTÁRIO ORAL FEITO PELOS ALUNOS
21/10/09
3ª AULA – DIVISÃO DE GRUPO PARA ORGANIZAÇÃO DE PEÇAS TEATRAIS, USANDO O GÊNERO FÁBULA

22/10/09
4ª AULA – LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

29/10/09
5ª AULA – MONTAGEM DE FÁBULAS

04/11/09
6ª AULA - ENSAIO DA PEÇA TEATRAL, QUE SERÁ FEITA PELOS GRUPOS; COM O GÊNERO FÁBULA.

05/11/09
7ª AULA – PRODUÇÃO DE TEXTO

09/11/09
8ª AULA – TRILHA LITERÁRIA
9ª AULA - TRILHA LITERÁRIA

11/11/09
10ª AULA – FILME “ FÁBULA”
11ª AULA – FILME “FÁBULA”

12/11/09
12ª AULA – ATIVIDADE REFERENTE AO FILME – RELATO

16/11/09
13ª AULA – ILUSTRAÇÃO DE FÁBULAS
14ª AULA – CONFECÇÃO DE PAINEL COM ILUSTRAÇÕES

18/11/09
15ª AULA – LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
16ª AULA – CRUZADINHA

19/11/09
17ª AULA – ENSAIO DA PEÇATEATRAL

23/11/09
18ª AULA - CULMINÂNCIA DO PROJETO (DRAMATIZAÇÃO)
19ª AULA – CULMINÂNCIA DO PROJETO (DRAMATIZAÇÃO)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

PROFESSOR CARLOS E SEU ALUNO DA 7ª SÉRIE

CCom uma dedicação muito grande o professor Carlos desenvolve o seu projeto de leitura,no dia 14-10 será a culminância,um chá literário;todos estão ansiosos aguardando.